Pensa Pixel

Muitas vezes reclamamos por não termos o que fotografar em dia de chuva, quando todos tem que ficar apinhados dentro de casa. Com o céu desabando ficamos realmente restritos e quase sempre deixamos a câmera de lado por acharmos que não há assunto nenhum em ocasiões do tipo. Até porque se você não estiver em um lugar onde esteja acontecendo algo de importante enquanto a chuva cai, ou ser obrigado por força do trabalho, provavelmente passará apenas alguns minutos lá fora mais preocupado em não se molhar tanto (se possível, claro), em não molhar seu equipamento, caso não tenha proteção, e sair logo de lá. Logo não conseguirá nenhuma boa foto. Ou, quem sabe, acabará por conseguir a foto do ano.

O cenário hoje aqui em Dourados não foi tão diferente. Apenas acrescento a tudo um pouco de frio, o que piora a situação um pouco mais.

Mas para minha sorte, não faltou assunto aqui em casa. Como em boa barte das casa pelo mundo, domingo é dia de todos se reunirem para um almoço, ou qualquer outra coisa que nos faça ficarmos juntos. Achei o meu assunto. No meu caso, a outra coisa, foi novamente fotografar minha sobrinha Carolina durante a tarde. Não me lembro ao certo o motivo correto por ter-me nascido a idéia de querer fotografa-la, mas creio que foi pelo fato de ela ontem ter apresentado o “Rap da Carolina” para sua mãe, e estava toda empolgada com o assunto. E hoje ela ainda comentava a respeito, e então o tio coruja não perdeu a oportunidade de registrar mais um bom momento da vida dela.

Então, empurrei o sofá da sala de visita, montei meu fundo cinza (incialmente foi branc0), armei meu rebatedor cinza-branco, e posicionei 3 pontos de luzes para tal ação. Dois pontos (direito e esquerdo em f-8.0) laterais, e um pouco ao fundo, com refletores e colmeia, e um ponto, em f-5.6, com sombrinha prata acima da posição da câmera.

As fotos em questão fugiram ao assunto inicial. Carolina estava brincado com bexigas, e escrevendo nas mesmas, enquanto eu armava todo o aparato. Tive a idéia, então, de fazer as fotos da sua reação em estourar bexigas, e assim nos divertimos um bocado durante toda sessão. Sem contar que, no meio de tudo, ela quis ser fotografada com seu pai, assim como com os avós maternos, meus pais.

Com isso, digo que se procurarmos, um pouquinho que seja, acabaremos por achar um bom assunto para fotografar. E não importa o equipamento que tiver em mãos, já que o melhor está dentro de sua cabeça. Lembro-me, agora, de situações parecidas, onde acabei fotografando pequenos objetos que estavam espalhados por toda a minha casa. E nem mesmo foi para fazer a melhor foto do mundo, porém sim para não deixar os meus neurônios fotográficos parados.

Confira as fotos:

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